"CONTOS DE NATAL"... POR MARTA ARAGÃO PINTO

Marta Aragão Pinto é também uma repetente no The Close Up, já lá vão dois anos (espreite aqui!), uma mulher com M gigante, cheia de energia e força interior. O sorriso é a sua imagem de marca, pelo menos para mim!
Tenho mais em comum com a Marta do que poderia imaginar e isso aproxima-nos um pouco, no coração e na alma. Quando a desafiei para esta rubrica de "Contos de Natal" tinha a certeza que a Marta teria bonitas e tão verdadeiras histórias para partilhar. 
Acertei em cheio. A Marta é uma mulher de tradições, ama a vida, a sua família e vive com especial intensidade a época do Natal!

Aqui vai encontrar a mesma entrevista da Constança mas respostas distintas. E isso é o que mais me fascina. As mesmas perguntas, mulheres diferentes, histórias bonitas.

Conheçam o Natal da Marta!
É mais uma história real...
Para lerem a entrevista sugiro músicas natalícias em volume considerável seguido de saltos no sofá e dança em família!




TCUP- Como celebras o Natal? Com tudo a que tens direito ou nem por isso?
Marta Aragão Pinto- Com TUDO o que tenho direito. O Natal é das minhas alturas preferidas do ano. Natal para mim sempre foi sinónimo de Amor, de família, de partilhas. Sempre vivi o Natal com muita intensidade em criança e agora tento passar isso às minhas filhas.

TCUP- És uma mulher que gosta de tradições?
MAP- Sou irritantemente tradicional, mantenho as tradições de sempre e “obrigo” todos à minha volta a serem-no também. As tradições são para se manterem, os meus pais passaram-nas a mim, e essas recordações são as mais importantes e especiais que guardo. Fazem parte da minha história.

TCUP- Gostas da magia que se vive nesta época do ano?
MAP- Adoro. E adorava que fosse assim todo o ano. Eu sou uma pessoa positiva por natureza e não gosto de energias negativas à minha volta, no Natal sinto que as pessoas estão envolvidas em energia positiva, com sentimentos nobres no coração e tento beber toda essa energia o mais possível nesta época. É de aproveitar!




TCUP- Vives muito a sério o lema Do It Yourself. O que vais fazer este ano para o teu Natal?
MAP- Sim, sou completamente “doitmyself”. Gosto de preparar tudo ao pormenor, desde a árvore, a decoração, a ceia de Natal, pensar nos presentes especiais, o meu bacalhau que a família toda adora....

TCUP- Gostas de preparar o mês ao pormenor? Afinal é o último do ano...
MAP- No dia 1 de Dezembro conforme manda a tradição montamos a árvore e dai para a frente organizamos tudo o resto. Gosto essencialmente que seja um Natal com significado, com amor, com partilha e como não podia deixar com muitas fotos e vídeos para mais tarde recordar.

TCUP- Que lembranças tens do teu Natal em miúda?
MAP- As manhãs de Natal com os meus pais e o meu irmão todos em pijama, com a música aos berros, a abrirmos os respectivos presentes, os jantares com o resto da família, sempre com muita alegria e com as piadas do meu Pai a fazerem rir toda a gente, o chocolate quente da minha avó Belinha, as rifas da minha avó Granny.

TCUP- Muitas histórias engraçadas? Algumas que possas partilhar?
MAP- No Natal achava-me a "entertainer" da família, juntava os meus primos todos à minha frente, pegava na viola e começava a tocar e a cantar para eles, obrigava-os a estarem todos calados a ouvirem-me. Depois armava-me em DJ e escolhia as músicas e obrigava-os a dançar, tenho filmes maravilhosos disso...




TCUP- Mas o que representa a época natalícia para ti?
MAP- Representa o Nascimento do Menino Jesus. A imagem do Presépio diz tudo...a família unida, o amor!

TCUP- O que não pode faltar na Noite da Consoada e no Dia de Natal?
MAP- Bacalhau, fotos e vídeos, sorrisos e gargalhadas, música e presentes com significado especial.

TCUP- O teu livro “No Céu a Olhar por mim” é um bom presente de Natal?
MAP- Acho que pode ser um bom presente de Natal, para quem tenha passado por alguma perda e que nesta altura se torna ainda mais difícil e a saudade ainda é maior. Escrevi o livro porque sei que só quem passou por o que eu passei é que me percebe, nós reconhecemo-nos uns aos outros, só nós percebemos a dimensão da nossa dor Espero que no Natal quem leia o meu livro sinta algum reconforto e “companhia”. Não estamos sozinhos.




TCUP- No final, depois das longas e calóricas refeições, dos presentes, da Árvore já quase desfeita... o que mais guardas na memória?
MAP- As conversas com os meus avós, o brilho no olhar das minhas filhas, a foto automática da família....



Se o Natal para ti fosse:

Um doce?
Fatias douradas

Um prato?
Bacalhau à “Marta Aragão Pinto”

Uma cor?
Branco

Uma música?
All I Want for Christmas is you

Um momento?
O momento em que as nossas filhas nos acordam na manhã de Natal

Um sentimento?
Amor

Um desejo?
Saúde

Um presente?
Qualquer um feito pelas minha filhas.




Feliz Natal, querida Marta!


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