As Entrevistas #2


As pessoas que escolho entrevistar para o The Close Up são isso mesmo, pessoas. E como pessoas que são têm a sua vida, aquela que escolheram ter, que construíram com esforço e dedicação. 
Mas como todos, eu incluída, não vivem apenas de sol, sorrisos e bons momentos!
Como qualquer outra pessoa têm certamente altos e baixos, momentos duros, dolorosos, dias cinzentos, perdas e acontecimentos tristes. A forma como escolhemos viver e olhar para tudo aquilo que a vida nos coloca no colo é que nos distingue uns dos outros. E ainda bem que não somos todos iguais.
Eu escolhi para a minha vida e para o The Close Up, o lado positivo. Aprendi com a minha experiência que mais vale o copo meio cheio do que meio vazio, mais valem os sorrisos do que as lágrimas, mais vale pensar positivo do que dar força ao sofrimento que é inerente a qualquer ser humano. E isso não me coloca fora da realidade nem significa que não se chore, não se grite, não se queira atirar tudo para o ar porque algo injusto aconteceu ou porque a vida nos pregou uma partida.
Aqui neste espaço irei sempre enaltecer, procurar o que eu gosto, aquilo que me impressiona em relação a alguém ou a algum assunto. Criar inspirações, desejos, novas formas de estar, dar a conhecer mais um ser, mais uma história, mais uma volta da vida...
O The Close Up mostra a perspectiva que eu escolho, o enquadramento que eu quero, baseados naquilo que sinto, no que me toca e apela ao coração.
É isso mesmo, o coração! E não existe nada mais autêntico...


(Tatiana Figueiredo, eu, fotografada por Carlos Ramos. Através da lente que ele escolheu e no enquadramento que ele quis. Amei!)




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